segunda-feira, 11 de maio de 2015

SACERDOTES E ANJOS.


"O primeiro ponto a se observar é que nada há de espiritual ou etéreo na palavra "anjo". No original grego, aggelos (geralmente transliterado como angelos - latim: angelus) significava nada mais do que "mensageiro". 

Os anjos e arcanjos, eram Seres humanos sacerdotes. Os pintores resolveram lhes por asas, para os distinguir das outras pessoas e a igreja pegou e desenvolveu a ideia (original da criação J).
Hoje, como o novo conhecimento, vejo duas hipóteses: 1º: com o poder de criatividade do Ser humano, co-criamos a realidade, a manifestação, ou 2º: trata se da ilusão criada pelos Seres inter- dimensionais afim de controlaram as mentes humanas.
Ao invocar um Arco anjo, estamos a invocar um Ser que viveu como humano na Terra e que desenvolveu a sua hierarquia de Consciência em Sabedoria e certamente se libertou da Lei do Retorno na Terra.
Creio que, aqui na Terra, todos os Seres incluídos os ID são regidos pelas mesmas Lei Universais…
Creio também que, aqui na Terra, estas Seres tomaram ilegalmente o controlo do Poderoso Poder de Criatividade dos Seres humanos através de um controlo baseado em ilusões e mentiras alimentando assim a ignorância, o desconhecimento e o sofrimento da humanidade.
  
SACERDOTES E ANJOS    "O primeiro ponto a se observar é que nada há de espiritual ou etéreo na palavra "anjo". No original grego, aggelos (geralmente transliterado como angelos - latim: angelus) significava nada mais do que "mensageiro". 

"...Já abordamos o fato de que a estrutura angélica era mantida dentro da hierarquia sacerdotal da comunidade de Qumrã, de modo que o sacerdote da posição mais alta não era apenas da dinastia Zadoque, mas também o arcanjo Miguel. Assim, ele era o Miguel-Zadoque (o Melquisedeque). A segunda posição era o Abiatar, que também era o anjo Gabriel. Vale a pena examinarmos melhor essa ordem angélica, pois ela nos esclarecerá melhor o status social dos Apóstolos. Nesse contexto, várias práticas costumeiras (tanto sacerdotal como patriarcal) se tornarão evidentes, conduzindo naturalmente a uma nova e plena compreensão dos milagres de Jesus.
O primeiro ponto a se observar é que nada há de espiritual ou etéreo na palavra "anjo". No original grego, aggelos (geralmente transliterado como angelos - latim: angelus) significava nada mais do que "mensageiro". O termo moderno "anjo" vem do latim eclesiástico, mas a palavra anglo-saxônia engel derivava originalmente do francês antigo, angele. Um anjo do Senhor era, portanto, um mensageiro ou, mais precisamente, um embaixador do Senhor. Um arcanjo era um embaixador sacerdotal do mais alto escalão (o prefixo are indicando "chefe", como em arquiduque ou arcebispo).

O Antigo Testamento descreve dois tipos de anjo, a grande maioria dos quais agia como seres humanos normais - como em Gênesis 19:1-3, quando dois anjos visitaram a casa de Ló, "[ele] fez assar uns pães asmos, e eles comeram". A maioria dos anjos no Antigo Testamento pertence a essa categoria não complicada, como o anjo que se encontrou com a esposa de Abraão, Hagar, na fonte, o anjo que deteve a jumenta de Balaão, o anjo que conversou com Manoá e sua esposa e o anjo que se sentou sob o carvalho com Gideão.
Outra classe de anjo parece ter sido a de algo além de um mero mensageiro, possuindo poderes temíveis de destruição. Esse tipo de anjo vingador aparece em 1 Crônicas 21:15-16: "Enviou Deus um anjo a Jerusalém para a destruir... Com a espada desembainhada na mão estendida contra Jerusalém". Vários anjos são descritos portando espadas, mas não como divinos, e não há a menor menção nos textos das graciosas asas tão freqüentemente reproduzidas. As asas, hoje muito familiares, foram imaginadas por artistas e escultores para simbolizar a transcendência espiritual dos anjos acima do ambiente mundano.
Isso nos leva a outra categoria dos assustadores fenômenos descritos no Antigo Testamento como algo que se erguia acima da terra por meio mecânico. Nunca eram chamados de anjos, e geralmente esses espetáculos flamejantes tinham rodas, como em Daniel 7:9: "O seu trono eram chamas de fogo, e suas rodas eram fogo ardente". Em Isaías 6:1-2, há um relato semelhante de um trono aéreo, e "Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas". Outra referência a esse tipo de equipamento ocorre em Ezequiel 1, em que todo o cenário - exaustivamente recontado - combina em tudo com os outros, incluindo fogo, rodas e anéis rotatórios e ruidosos.
Sem relação com a Bíblia, um antigo tratado oriundo de Alexandria, século III, intitulado A Origem, fala da imortal Sofia, e do governante Saboá, que "criou um grande trono sobre uma carruagem de quatro lados chamada Querubim... E sobre esse trono, ele criou alguns serafins em forma de dragão". Interessante é a narrativa em Gênesis 3:24 de que o Senhor colocou serafins (carruagens ou tronos móveis) e uma chamejante espada que se revolvia para proteger o Jardim do Éden.
O Querubim aparece novamente na antiga obra grega chamada A Hipóstase dos Arcontes, que trata dos Governantes da Inteireza e da Criação de Adão. Esta também fala de Saboá e sua charrete celeste: o Querubim. Há menção de um veículo semelhante em 2 Reis 2:11, quando Elias é levado por um carro de fogo, e outras descrições do tipo aparecem na obra suméria Épico de Gilgamesh, da terra mesopotâmica do antigo Iraque.
Não é o objetivo deste livro examinar a origem desses fenômenos, mas simplesmente apresentá-los como são descritos nos textos antigos. O certo, porém, é que essas carruagens voadoras (querubins) com seus acompanhantes serafins (auxiliares de fogo em forma de dragão) jamais foram descritas como tendo forma humana, como fazemos com os anjos. Foi o dogma cristão do medo, instituído pela Igreja Romana, que transformou os querubins e serafins em doces seres celestiais…." ( In. A Linhagem do Santo Graal de Laurence Gardner.)  


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