"O primeiro ponto a se observar é que nada há de espiritual ou etéreo na palavra "anjo". No original grego, aggelos (geralmente transliterado como angelos - latim: angelus) significava nada mais do que "mensageiro".
Os anjos e arcanjos, eram Seres humanos sacerdotes. Os
pintores resolveram lhes por asas, para os distinguir das outras pessoas e a
igreja pegou e desenvolveu a ideia (original da criação J).
Hoje, como o novo conhecimento, vejo duas hipóteses:
1º: com o poder de criatividade do Ser humano, co-criamos a realidade, a
manifestação, ou 2º: trata se da ilusão criada pelos Seres inter- dimensionais afim
de controlaram as mentes humanas.
Ao invocar um Arco anjo, estamos a invocar um Ser que
viveu como humano na Terra e que desenvolveu a sua hierarquia de Consciência em
Sabedoria e certamente se libertou da Lei do Retorno na Terra.
Creio que, aqui na Terra,
todos os Seres incluídos os ID são regidos pelas mesmas Lei Universais…
Creio também que, aqui na
Terra, estas Seres tomaram ilegalmente o controlo do Poderoso Poder de
Criatividade dos Seres humanos através de um controlo baseado em ilusões e mentiras
alimentando assim a ignorância, o desconhecimento e o sofrimento da humanidade.
SACERDOTES E ANJOS "O primeiro ponto a se observar é que nada há de espiritual ou etéreo na palavra "anjo". No original grego, aggelos (geralmente transliterado como angelos - latim: angelus) significava nada mais do que "mensageiro".
"...Já abordamos o fato de que a estrutura angélica era mantida
dentro da hierarquia sacerdotal da comunidade de Qumrã, de modo que o sacerdote
da posição mais alta não era apenas da dinastia Zadoque, mas também o arcanjo
Miguel. Assim, ele era o Miguel-Zadoque (o Melquisedeque). A segunda posição
era o Abiatar, que também era o anjo Gabriel. Vale a pena examinarmos melhor
essa ordem angélica, pois ela nos esclarecerá melhor o status social dos
Apóstolos. Nesse contexto, várias práticas costumeiras (tanto sacerdotal como
patriarcal) se tornarão evidentes, conduzindo naturalmente a uma nova e plena
compreensão dos milagres de Jesus.
O primeiro ponto a se observar é que nada há de espiritual ou
etéreo na palavra "anjo". No original grego, aggelos (geralmente transliterado
como angelos - latim: angelus) significava nada mais do que
"mensageiro". O termo moderno "anjo" vem do latim
eclesiástico, mas a palavra anglo-saxônia engel derivava originalmente do
francês antigo, angele. Um anjo do Senhor era, portanto, um mensageiro ou, mais
precisamente, um embaixador do Senhor. Um arcanjo era um embaixador sacerdotal
do mais alto escalão (o prefixo are indicando "chefe", como em
arquiduque ou arcebispo).
O Antigo Testamento descreve dois tipos de anjo, a grande
maioria dos quais agia como seres humanos normais - como em Gênesis 19:1-3,
quando dois anjos visitaram a casa de Ló, "[ele] fez assar uns pães asmos,
e eles comeram". A maioria dos anjos no Antigo Testamento pertence a essa
categoria não complicada, como o anjo que se encontrou com a esposa de Abraão,
Hagar, na fonte, o anjo que deteve a jumenta de Balaão, o anjo que conversou
com Manoá e sua esposa e o anjo que se sentou sob o carvalho com Gideão.
Outra classe de anjo parece ter sido a de algo além de um mero
mensageiro, possuindo poderes temíveis de destruição. Esse tipo de anjo
vingador aparece em 1 Crônicas 21:15-16: "Enviou Deus um anjo a Jerusalém
para a destruir... Com a espada desembainhada na mão estendida contra
Jerusalém". Vários anjos são descritos portando espadas, mas não como
divinos, e não há a menor menção nos textos das graciosas asas tão
freqüentemente reproduzidas. As asas, hoje muito familiares, foram imaginadas
por artistas e escultores para simbolizar a transcendência espiritual dos anjos
acima do ambiente mundano.
Isso nos leva a outra categoria dos assustadores fenômenos
descritos no Antigo Testamento como algo que se erguia acima da terra por meio
mecânico. Nunca eram chamados de anjos, e geralmente esses espetáculos
flamejantes tinham rodas, como em Daniel 7:9: "O seu trono eram chamas de
fogo, e suas rodas eram fogo ardente". Em Isaías 6:1-2, há um relato
semelhante de um trono aéreo, e "Serafins estavam por cima dele; cada um
tinha seis asas". Outra referência a esse tipo de equipamento ocorre em
Ezequiel 1, em que todo o cenário - exaustivamente recontado - combina em tudo
com os outros, incluindo fogo, rodas e anéis rotatórios e ruidosos.
Sem relação com a Bíblia, um antigo tratado oriundo de
Alexandria, século III, intitulado A Origem, fala da imortal Sofia, e do
governante Saboá, que "criou um grande trono sobre uma carruagem de quatro
lados chamada Querubim... E sobre esse trono, ele criou alguns serafins em
forma de dragão". Interessante é a narrativa em Gênesis 3:24 de que o
Senhor colocou serafins (carruagens ou tronos móveis) e uma chamejante espada
que se revolvia para proteger o Jardim do Éden.
O Querubim aparece novamente na antiga obra grega chamada A
Hipóstase dos Arcontes, que trata dos Governantes da Inteireza e da Criação de
Adão. Esta também fala de Saboá e sua charrete celeste: o Querubim. Há menção
de um veículo semelhante em 2 Reis 2:11, quando Elias é levado por um carro de
fogo, e outras descrições do tipo aparecem na obra suméria Épico de Gilgamesh,
da terra mesopotâmica do antigo Iraque.
Não é o objetivo deste livro examinar a origem desses
fenômenos, mas simplesmente apresentá-los como são descritos nos textos
antigos. O certo, porém, é que essas carruagens voadoras (querubins) com seus
acompanhantes serafins (auxiliares de fogo em forma de dragão) jamais foram
descritas como tendo forma humana, como fazemos com os anjos. Foi o dogma
cristão do medo, instituído pela Igreja Romana, que transformou os querubins e
serafins em doces seres celestiais…." ( In. A Linhagem do Santo Graal de Laurence
Gardner.)

Sem comentários:
Enviar um comentário